Nov
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Commodity Pecuária - Embarque de lácteos cai e déficit da balança sobe
Novembro 19, 2009 | Leave a Comment
As exportações brasileiras de lácteos voltaram a cair em outubro, ampliando o déficit da balança do segmento. Foram embarcados US$ 17,027 milhões, 71,1% a menos do que os US$ 58,844 milhões de outubro de 2008. Já as importações cresceram 26%, segundo o Ministério da Agricultura, para US$ 21,8 milhões.
No acumulado do ano, as exportações somam US$ 147 milhões, 67,8% abaixo dos US$ 456,2 milhões entre janeiro e outubro de 2008. Já as importações alcançaram US$ 227,3 milhões, uma alta de 26,8% na mesma comparação. O saldo negativo na balança do setor já atinge US$ 80,2 milhões.
O leite em pó é o principal item da balança de lácteos, e as vendas externas brasileiras têm recuado por conta da queda dos preços do produto no mercado internacional e do dólar desvalorizado que desestimula as exportações.
Os preços do leite também estão em queda no mercado interno. Segundo Cláudio Teixeira, presidente da Italac e também da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV), os preços de venda da indústria para o varejo caíram de forma expressiva nos últimos meses com o aumento da oferta de leite por causa da safra. O piso, porém, já foi atingido, avalia. Há três meses, o litro de leite longa vida alcançou entre R$ 2,40 e R$ 2,48 - hoje está em R$ 1,20.
Fonte: Valor Econômico
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Nov
19
Commodity Agrícola - Quebra na Ásia abre janela para arroz do Brasil
Novembro 19, 2009 | Leave a Comment
Problemas climáticos da Ásia podem impulsionar as exportações brasileiras de arroz. De acordo com a Ásia Golden Rice Ltd., maior trading de arroz do mundo, a seca na Índia e os ciclones nas Filipinas prejudicaram as colheitas e essas regiões terão que intensificar a aquisição de produto importado. A quebra da safra em países concorrentes ocorre em um momento no qual o Brasil se consolida como exportador do grão e previsões dão conta que o preço do arroz irá ultrapassar US$ 1 mil a tonelada.
O País, que já se destaca entre os dez exportadores de arroz no mundo, vem ganhando mercados na África e, com a diminuição da oferta de arroz na Ásia, pode expandir para outros destinos.
De março a outubro, as exportações brasileiras de arroz somaram 720 mil toneladas - alta de 20% ante o mesmo período de 2008. No ano passado, o cenário favorável de preços internacionais e do câmbio possibilitou a alavancagem das vendas externas do cereal brasileiro, que atingiu o volume recorde de 790 mil toneladas. “Em outubro houve um volume expressivo de exportações, o que é surpreendente com o câmbio próximo a R$ 1,70“, disse Marco Tavares, assessor de Mercados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).
Segundo Tavares, o desempenho comprova que o Brasil, mesmo em um cenário diferenciado em termos de preços internacionais - no ano passado as cotações de arroz foram recordes - e câmbio tem a possibilidade de quebrar o recorde do ano passado, quando somou 800 mil toneladas em vendas externas.
De acordo com Tavares, a logística também foi um diferencial para a contínua elevação das exportações. O Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, tem uma infraestrutura diferenciada que permite o carregamento próprio do arroz e taxas de frete mais competitivas. Essa adaptação intensificou as vendas para países africanos, em especial para a África do Sul, Senegal, Nigéria e Benin. Juntos, esses países têm uma demanda de 5 milhões de toneladas de arroz, das quais o Brasil responde com 10%. “Há um potencial expressivo de ampliação nesses mercados“, afirmou Tavares.
O próximo passo é aproveitar a janela de oportunidade que se abre no continente asiático. “As Filipinas determinarão mudanças no quadro de oferta e demanda mundial junto com a Índia que, ao invés de entrar como exportadora de 4 milhões de toneladas, vai entrar no mercado de adquirir 3 milhões“, disse o assessor.
Tavares destaca que a elevação nas importações de Índia e Filipinas deverá alterar substancialmente a oferta e demanda internacional, já identificada pela alta das cotações no mercado futuro do arroz. Nas últimas semanas, o aumento foi de mais de 10% e a tendência é de forte recuperação dos preços no mercado externo.
Além da perspectiva de incremento no volume exportado, o efeito cambial na receita brasileira poderá ser compensado pela mudança no perfil do produto exportado. De acordo com informações do Irga, em outubro, 60% das vendas foram concentradas no arroz parboilizado. O produto de maior valor agregado consegue ser precificado em até 5% acima do arroz quebrado.
Os preços internacionais também devem favorecer os exportadores de arroz. Ainda que as cotações não tenham atingido um grau de volatilidade satisfatório, porque o Hemisfério Norte está em plena safra, uma reversão de preços para o mercado internacional já é sinalizada. “Do final de outubro para o começo de novembro, o mercado internacional apresentou um reajuste acima de 10%. Isso abre uma perspectiva embora o câmbio seja desfavorável“, afirma Tavares.
O crescimento das exportações brasileiras, aliado ao exercício dos contratos de opção firmados pelos produtores junto ao governo, também deve estimular as cotações internas do arroz. Cerca de 500 mil toneladas serão destinadas aos estoques públicos.
Também é prevista uma redução na oferta doméstica. Ao contrário dos patamares recordes da última safra, 30% do plantio do Rio Grande do Sul, estado que responde por dois terços da produção nacional, será fora de época. As lavouras terão ainda o efeito do El Niño que deve reduzir ainda mais o volume colhido.
Demanda na Ásia
Os preços não deverão atingir o pico antes de março, diz Rex Estoperez, porta-voz da Administração Nacional de Alimentos das Filipinas, maior importador global do grão. A Tailândia é o que mais exporta arroz do mundo. “Prevê-se que a oferta mundial de arroz será mais apertada que no ano passado, quando a escassez de alimentos desencadeou distúrbios em alguns países, como Haiti e Egito“, disse Jeremy Zwinger, presidente da The Rice Trader, empresa de consultoria e corretagem de Chicago.
A escalada dos preços dos alimentos ameaça desencadear distúrbios em países em desenvolvimento e aumentar os custos de empresas como a cervejaria Anheuser-Busch Cos., a maior compradora de arroz nos Estados Unidos, e da Kellogg Co., fabricante de cereais matinais.
“A situação da demanda-oferta será extremamente apertada, com a entrada da Índia no mercado“, disse Mamadou Ciss, corretor de arroz e principal executivo da Hermes Investments Pte Ltd.
A Índia, o segundo país mais populoso do mundo, poderá se tornar um importador líquido de arroz pela primeira vez em duas décadas. O país teve as mais escassas chuvas de monção desde 1972, o que deverá reduzir a produção interna em 15%, para 84 milhões de toneladas, no ano-safra iniciado em 1º de outubro, segundo a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Fonte: DCI - Diário do Comércio & Indústria
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Nov
19
Commodity Agrícola - Produção mundial de algodão deve alcançar 22,5 mi de t na safra 2009/2010
Novembro 19, 2009 | Leave a Comment
A estimativa da produção mundial de algodão na safra 2009/2010 é de 22,5 milhões de toneladas, contra 23,4 milhões de toneladas na safra anterior. No caso do Brasil, a produção para este mesmo período deve alcançar 1,16 milhão de toneladas, as importações 50 mil toneladas e as exportações 300 mil toneladas. O consumo, no entanto, deve continuar o mesmo da safra 2008/2009, de 960 mil toneladas. Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e foram apresentados, nesta quarta-feira (18), na 17ª reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e seus Derivados, em Brasília.
“Vamos plantar algodão em dezembro, janeiro e fevereiro. O objetivo é aproveitar a oportunidade desse último mês, em que chove menos, para diminuir o tempo de plantio de 200 para 150 dias e reduzir em 20% os custos de produção.” A informação é do presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e seus Derivados, Sérgio De Marco. A próxima reunião da câmara está prevista para o dia 10 de março.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Nov
19
Commodity Energética - Mistura de etanol ao diesel está em fase de testes no Brasil
Novembro 19, 2009 | Leave a Comment
A mistura de etanol anidro ao biodiesel já vem sendo usada em frotas de veículos de algumas indústrias brasileiras e deve ficar entre 8 e 10%.
Embora em fase de teste e aguardando autorização dos órgãos oficiais, esse procedimento já apresenta bons resultados, segundo o pesquisador da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Octávio Valsechi. “Até o momento, os caminhões que estão utilizando a nova mistura não apresentam problemas de rendimento e uso, pelo contrário, os resultados têm sido bastante satisfatórios”, ressaltou o pesquisador, na manhã desta quarta-feira (18), durante a 2ª Semana do Etanol: compartilhando a experiência brasileira.
De acordo com Valsechi, a regulamentação da adição de 4% de biodiesel ao diesel, significa que poderemos chegar a 14% em futuro próximo. Será 4% de biodiesel oriundo de oleaginosas (plantas ricas em óleo, como a soja e o girassol) e mais 10% de etanol anidro. “As energias renováveis se mostram cada vez mais oportunas para o Brasil, dono da matriz energética mais limpa do mundo”, afirmou.
Novas tecnologias - Outra novidade no mercado brasileiro são as motos flex fuel e ônibus movidos a biocombustível. “Em julho foi lançada no País a primeira moto flex do mundo, adaptada ao etanol, com apenas um tanque”, explicou. Segundo o pesquisador, a moto já vem com sistema de pré-aquecimento no motor, o que possibilita tanto o uso do etanol, quanto da gasolina.
Recentemente foi lançado no Brasil o primeiro ônibus movido a biocombustível na América Latina. O sistema vem sendo bastante utilizado em outras partes do mundo, como Suécia, Dinamarca, Finlândia e Noruega, que têm como meta renovar toda a sua frota até 2020, assim, cessando a utilização de combustíveis fósseis.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Nov
19
Commodity Agrícola - Diminuem as projeções sobre a colheita de soja na Argentina
Novembro 19, 2009 | Leave a Comment
A revista alemã Oil World diminuiu sua previsão este ano para 48 milhões de toneladas, ao invés de 50 milhões previstos em 3 de novembro. Informa sobre a dura seca que afeta a região.
Apesar do novo corte, o volume previsto ainda significa um incremento em relação aos 32 milhões de toneladas da campanha 2008/2009, quando uma grande seca afetou o país.
As condições de seca seguem gerando sérias preocupações em relação à produção de 2010, explicou a Oil World.
“As próximas semanas mostrarão se esta redução foi prematura ou se ainda serão necessários mais cortes nas previsões”, disse.
Os mercados globais de soja e seus derivados permanecem à espera de uma maior produção sul americana e uma seguinte queda dos preços, disse a revista, com base em Hamburgo.
“Quanto mais reduzido for o incremento na produção da América do Sul, menor será a influência de queda nos valores”, explicou.
A Argentina teve boas precipitações nos últimos dias, mas ao menos 7 milhões de hectares de área semeada ainda estão sofrendo com a falta de água.
“Já não acreditamos que as intenções de semeadura deste ano podem ser seguidas ao pé da letra”, completou a Oil World.
Fonte: E-campo
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Nov
18
Commodity Agrícola - Resumo do Mercado de Trigo em 17 de Novembro de 2009
Novembro 18, 2009 | Leave a Comment
Preços futuros do trigo fecharam em alta ontem
Os preços futuros do trigo fecharam em alta ontem, nas bolsas americanas, pelo sétimo pregão consecutivo, como reflexo das especulações de que a produção americana poderá cair mais do que o previsto por causa do inesperado clima úmido sobre as regiões produtoras do cereal dos EUA, afirmam analistas ouvidos pela agência Bloomberg.
Na bolsa de Chicago, os contratos para março encerraram a US$ 5,9650 o bushel, com aumento de 12,75 centavos. Na bolsa de Kansas, os contratos para março encerraram o dia a US$ 5,9025 o bushel, com elevação de 13,75 centavos. O atraso na colheita de grãos também prejudicou o andamento do plantio do trigo nos EUA.
No mercado paranaense, a saca de 60 quilos fechou ontem a R$ 25,39, com aumento de 1,72%, segundo o Deral.
Fonte: Valor Econômico
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Nov
18
Commodity Agrícola - Resumo do Mercado de Soja em 17 de Novembro de 2009
Novembro 18, 2009 | Leave a Comment
Preços futuros da soja fecharam em alta ontem
Os preços futuros da soja fecharam em alta ontem, na bolsa de Chicago, como reflexo da maior demanda internacional pelo grão americano, segundo analistas ouvidos pela agência Bloomberg.
Na bolsa de Chicago, os contratos do grão para março fecharam a US$ 10,3575 o bushel, com aumento de 20 centavos. As exportações americanas de soja atingiram 1,27 milhão de toneladas na semana encerrada no dia 5 de novembro, 82% maior em relação à média das últimas quatro semanas, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “A demanda é forte“, disse Joel Karlin, da Western Milling LLC, na Califórnia.
No mercado interno, a saca de 60 quilos da soja fechou a R$ 44,16, com queda de 0,7%, segundo o índice Cepea/Esalq.
Fonte: Valor Econômico
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Nov
18
Commodity Agrícola - Resumo do Mercado de Café em 17 de Novembro de 2009
Novembro 18, 2009 | Leave a Comment
Oferta mundial de café pode cair 3,2% na safra atual
A oferta mundial de café pode cair 3,2% na safra atual, por conta das chuvas sobre as produções do Brasil, Vietnã e Colômbia, informou Néstor Osorio, diretor da Organização Internacional do Café (OIC), à Bloomberg. A expectativa é de que a produção global do grão fique em 124 milhões de sacas na safra 2009/10, iniciada em outubro, ante 128,1 milhões de sacas do ciclo anterior.
Os preços internacionais do grão subiram 24% este ano em Nova York, sustentados em parte pela menor produção da Colômbia. Em Nova York, os contratos para março fecharam ontem a US$ 1,3885 a libra-peso, recuo de 60 pontos. Em Londres, os contratos para janeiro fecharam a US$ 1.328 a tonelada, queda de US$ 11.
Em São Paulo, o café de boa qualidade fechou entre R$ 265 a R$ 270 a saca, segundo o Escritório Carvalhaes.
Fonte: Valor Econômico
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Nov
18
Commodity Agrícola - Resumo do Mercado de Suco de Laranja em 17 de Novembro de 2009
Novembro 18, 2009 | Leave a Comment
Nova queda das cotações do suco de laranja
Movimentos técnicos determinaram nova queda das cotações do suco de laranja ontem na bolsa de Nova York, em um pregão de poucos negócios. Os contratos com vencimento em janeiro fecharam a US$ 1,1240 por libra-peso, baixa de 80 centavos de dólar em relação à véspera, enquanto os papéis para entrega em março caíram 85 pontos, para US$ 1,1590.
Segundo a agência Dow Jones Newswires, traders notaram que o recuo aconteceu apesar de novos levantamentos apontarem uma moderada recuperação da demanda no varejo dos Estados Unidos.
Em São Paulo, a caixa de 40,8 quilos da laranja destinada às indústrias de suco saiu, em média, por R$ 6,54 no mercado spot, segundo levantamento do Cepea/Esalq. Nos últimos cinco dias, há alta de 0,93%.
Fonte: Valor Econômico
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Nov
18
Commodity Agrícola - Problemas ainda cercam a cultura do milho
Novembro 18, 2009 | Leave a Comment
A reivindicação dos produtores do Mato Grosso para que o governo federal remova os estoques de milho do Estado para a chegada da nova safra de soja, em janeiro, esbarra em três obstáculos importantes, na avaliação do coordenador geral de cereais e culturas anuais da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Sílvio Farnese.
O primeiro seria encontrar um local apropriado para receber o milho, o segundo, a logística de realocação, que levaria de três a quatro meses - tempo maior do que a chegada da nova safra de soja - e, o terceiro, a falta de dinheiro da Pasta, que extrapolou seu orçamento este ano em função da necessidade de intervenções no mercado por conta da queda generalizada dos preços agrícolas.
“Se arrumarem dinheiro, a Companhia Nacional de Abastecimento vai e faz leilão“, afirmou Farnese. De acordo com ele, os demais problemas são de menor intensidade, já que parte da carga poderia ser destinada ao sul do estado ou para Uberlândia, Minas Gerais, por exemplo.
Na semana passada, o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), disse que buscaria recursos extras do orçamento diretamente nos Ministérios da Casa Civil e do Planejamento para atender à demanda de produtores de milho e soja de seu Estado. Na ocasião, a comitiva formada por sojicultores e parlamentares, contou com o reforço do governador, para pedir ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que o governo providencie a remoção de 500 mil toneladas de milho do Estado.
Além disso, o grupo solicitou a realização de mais um leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) no volume de 500 mil toneladas ainda este ano, das quais 300 mil toneladas em caráter emergencial. Na reunião, segundo participantes, Stephanes teria informado que não dispõe mais de recursos para realizar as operações.
Fonte: Diário de Cuiabá
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